Home > Exames > Ecocardiograma de Estresse Farmacológico
Ecocardiografia:
O termo ecocardiograma foi proposto pelo American Institute of Ultrasound in Medicine para designar o exame do ultra-som do coração. Este método vem sendo constantemente atualizado e recursos diagnósticos incorporados. Suas imagens são geradas por meios de ondas acústicas com freqüências superiores a 20 mil ciclos por segundo (acima dos níveis de audibilidade humana). A ausência de efeitos colaterais e o relativo baixo custo do exame associado às informações que o método oferece contribuiu para que tivesse o destaque que alcançou. Este método é realizado sem nenhum preparo especial e é utilizado para o diagnóstico, na avaliação da gravidade, no planejamento terapêutico e na estratificação prognóstica de quase, praticamente, todas as afecções do sistema cardiovascular.

Ecocardiograma de Estresse Farmacológico:
É um método seguro e eficaz com sensibilidade e especificidade semelhantes aos métodos com radioisótopos. É feito um preparo prévio do paciente e utilizado um estressor físico ou farmacológico, as imagens são digitalizadas lado a lado (basal, baixa dose, pico e pós-imediato) e então é analisado a presença de alterações contráteis segmentares. Aplica-se para o diagnóstico de cardiopatia isquêmica, pesquisa de viabilidade miocárdica, auxílio no planejamento de decisões terapêuticas, estratificação de risco pré-operatório, assim como avaliação do grau da estenose aórtica em pacientes com valvulopatia e disfunção ventricular esquerda. É muito útil nos casos com limitações ortopédicas, vasculares, neurológicas, debilidade física, alterações eletrocardiográficas prévias (bloqueio do ramo esquerdo, sobrecarga ventricular esquerda e anormalidade do segmento ST em repouso), teste ergométrico duvidoso, inconclusivo, ineficaz ou discordante da clínica entre outras situações.
A utilização da ecocardiografia de estresse para o reconhecimento de viabilidade miocárdica em situações de disfunção ventricular esquerda por miocárdio “atordoado” (“stunnned”) ou “hibernante” é de vital importância, pois a reversibilidade desta é representada por melhora sintomática e maior sobrevida a longo prazo após a revascularização através de cirurgia ou angioplastia coronariana. O valor prognóstico da avaliação da viabilidade e isquemia miocárdica pelo ecocardiograma com dobutamina é comparado àqueles relatados pela tomografia por emissão de pósitrons e possui uma maior especificidade que o sestamibi como preditor de reversibilidade de disfunção do ventrículo esquerdo após revascularização.
 
Rua Andrade Neves, 915/ Sala 257
Centro - Pelotas - RS
53. 3278-2799 | 53. 3026-9362
Create